28 de nov. de 2013

Alimentação livre de Transgênicos



Chegou no mercado nacional a novíssima linha de rações sem transgênicos para o mercado pet.

SISTEMA DE NUTRIÇÃO PARA CARNÍVOROS 
     Na natureza, os cães se alimentavam quase exclusivamente de carne, não necessitando de grandes quantidades de carboidratos ou cereais. 
     O sistema digestório curto, a conformação dos dentes e maxilar e a ausência de amilase salivar confirmam este ponto. Assim, buscando respeitar a anatomia e o metabolismo desses animais, a Farmina Pet Foods desenvolveu uma linha de produtos com elevados níveis de proteína de origem animal, baixa quantidade de carboidratos, sem ingredientes transgênicos e sem cereais, “grain free”. 
     Complementarmente, enriquecemos nossos produtos com frutas e legumes, contribuindo para o aporte de vitaminas e minerais. A tecnologia de produção utilizada, extrusão de última geração, vacuum coate (aplicação de óleos e vitaminas a vácuo) e o sistema long life vitamins, garantem um desenvolvimento perfeito do alimento preservando as matérias primas do stress da produção. Por último, o processo Just in time nos permite a entrega de produtos sempre frescos, que acabaram de ser preparados, e, por isso, muito mais saborosos. 
     Natural & Delicious (ND) é uma fórmula italiana, criada e desenvolvida para atender as necessidades metabólicas dos cães. 

70% Ingredientes Premium de origem animal 
30% Frutas,minerais e vegetais 
0% Livre de cereais

Existem 3 sabores:
  • Franco com Romã - Puppy, Puppy Small Bites, Adult e Adult Small Bites
  • Salmão com Laranja - Adult e Adult Small Bites
  • Cordeiro com Blueberry - Adult Small Bites, Adult e Adult Large Breed
A maioria das embalagens vem em apresentações de 800g e 2,5kg

A exceção é o sabor de Cordeio e Blueberry que tem apresentação de 10kg para as versões Adult e Adult Large Breed.


25 de nov. de 2013

Curiosidade sobre o Comportamento Canino

CÃES AGEM COMO CRIANÇAS - SENTEM-SE MAIS SEGUROS COM SEUS "PAIS"

Foi o que 22 cachorros mostraram numa pesquisa liderada pela veterinária Lisa Horn, da Universidade de Viena, na Áustria. 

Ela os separou em três grupos: um terço ficaria sem o dono, enquanto os outros estariam acompanhados por eles – só que parte dos donos deveria se manter em silêncio, e outra parte deveria encorajar os cães a fa
zer as atividades. E tudo o que os bichinhos precisavam fazer era interagir com alguns brinquedos. Em troca, ganhariam comida.

Os cachorros que estavam com os donos passavam muito mais tempo brincando. Nem a comida servia para motivar os cães ‘abandonados’.

Segundo Horn, os testes são suficientes para provar a existência da “área de segurança”. Ou seja, os cães se sentem mais seguros, confiantes e confortáveis na presença dos donos. Sem eles, tudo parece mais perigoso – e sem graça.

E é exatamente o que acontece na relação entre pais e filhos pequenos. “Esta é a primeira evidência da similaridade entre o ‘efeito de base segura’ encontrado na relação dono-cachorro e na criança-pai”, diz a pesquisa.




Fonte: Superinteressante

16 de nov. de 2013

Petiscos naturais - A alegria dos peludos!!

Quem não gosta de um petisco?? Se for natural melhor ainda né?


E que tal uma cenoura? 

Conheça os benefícios que ela pode trazer:


  • A cenoura é uma grande fonte de vitamina A, e betacaroteno, e as necessidades diárias podem ser quase que totalmente supridas com apenas 100 gramas desse legume. A vitamina A contribui para o bom estado da vista, da pele e das mucosas;
  • contém muitos sais minerais, como Fósforo, Cloro, Potássio, Cálcio e Sódio, necessários ao bom equilíbrio do organismo, e vitaminas do Complexo B, que ajudam a regular o sistema nervoso e a função do aparelho digestivo;
  • Crua e bem lavada, a cenoura limpa os dentes e desenvolve os músculos mastigadores.

Mas lembre-se:

- Alguns cães podem ficar com prisão de ventre devido à cenoura em excesso.
- Alguns cães apresentam diarreia.
- Poucos cães podem ter alergia, mas acontece.
- Cuidado, excesso de vitamina também pode ser prejudicial. Não exagere.

Na hora de comprar:
  • Escolha as cenouras mais frescas e alaranjadas;
  • Não pegue as maiores. As menores são mais doces e com um sabor melhor;
  • Dê preferencia para cenouras orgânicas;
  • Retire a casca com uma faquinha, assim evitamos dar agrotóxicos em excesso.





Fonte:
http://tudosobrecachorros.com.br/2013/05/beneficios-da-cenoura.html#ixzz2keXHimM6

15 de nov. de 2013

Cuidados com o calor

Verão vem ai, 



e nossos pets podem sofrer muito com todo esse calor.


   Algumas dicas podem ajudar seu peludo a passar por esse calorão carioca com uma saúde melhor.



  • Caminhadas e passeios sempre de manhã bem cedo, até as 8h, quando o Sol ainda não está forte e o chão ainda não está muito quente,  e após as 20h.
  • Pise descalço no chão enquanto estiver passeando com seu peludo, se você conseguir andar normalmente sem queimar a sola dos pés, perfeito. Lembre-se, chão quente queima e causa feridas seríssimas nas patinhas (coxin = pantufa) deles.
  • Água em abundância. Muita água. O ideal é que se espalhe diversos potes com água fresca pela casa. Um pote na sala, outro na cozinha, varanda, quartos e qualquer dependência onde o peludo tenha livre acesso. Dica: coloque cubos de gelo, eles vão adorar!!
  • Raças braquicefálicas (focinho curto) como Bulldog Inglês e Francês, Pugs
    e outros são extremamente sensíveis ao calor. Eles possuem dificuldade para respirar e por isso não conseguem controlar muito bem sua temperatura interna. Com isso ela vai subindo de 38,2 graus para mais, causando assim um hiperaquecimento que pode levar ao óbito.
  • Uma forma de fornecer bem estar é com a utilização de aparelhos de ar condicionado e/ou ventiladores em dias muito quentes, além da sombra e um piso geladinho. 
  • Cuidado com excesso de petiscos! No calor, os cães e gatos tem uma tendência a comer menos. Sendo assim, caso seu peludo não esteja com toda aquela fome, não dê petiscos. Eles não vão alimentar e seu amigo pode ficar com deficiência nutricional depois. 


   Com todo esse calor, é comum que os animais cheguem no consultório com alguns sintomas de mal estar, como febre, fezes pastosas, vômitos e prostração, além de diversas alergias de pele. 
   
   Tenha paciência, faça o tratamento e tente proporcionar o melhor ambiente possível para eles.


E bom verão!!!


14 de nov. de 2013

O que posso dar ao meu cão?

Sempre fazemos esta pergunta: 

O que dar ao meu cão? 
O que ele poderá comer sem passar mal? 
Qual alimento pode intoxicá-lo?

   São perguntas relativamente simples, SE pudéssemos comparar com o que comemos, mas na verdade não podemos!!!
   O organismo dos cães funciona de forma diferente da nossa, assim como sua alimentação também é diferenciada, portanto, alguns alimentos que gostamos ou fazem bem a nossa saúde, para eles pode ser prejudicial.


Seguem alguns exemplos: 


Chocolate: contém uma substância altamente tóxica para os cães, a Teobromina. Quanto mais escuro um chocolate é, mais Teobromina contém. Os sintomas de envenenamento aparecem quando o cão comeu acima de 45mg por quilo. Se o seu cão comeu o chocolate, o mais indicado é correr para um Médico Veterinário, para que ele possa receber todos os cuidados necessários. O excesso de chocolate pode levar ao óbito. Estudos dizem que acima de 52mg/kg já pode ter este triste efeito!! 



Cebola: contêm uma substância chamada dissulfeto de n-propil, que altera a hemoglobina, provocando a destruição de glóbulos vermelhos e causando anemia, icterícia e sangue na urina. Essa intoxicação pode ser revertida com tratamento e até mesmo transfusão sanguínea.

Uva: Existem alguns casos reportados de cães que sofreram reações tóxicas ou morreram depois de ingerirem uma grande quantidade de uva ou uva-passa. A substância que causa essa intoxicação não foi identificada, mas causa um problema renal no cão.






   Ainda existem outros alimentos, como batata (verde e sua pele), uva-passa, alimentos com cafeína (chás, mates, refrigerantes), biscoitos de chocolate, leite com achocolatado, bolo, etc.
   Por isso temos que ter cuidado.


   Uma boa dica é sempre tentar imaginar o que seu cão acharia na natureza, caso ele fosse um cão selvagem. 
   Pão? Biscoito? Doces? - provavelmente não né?!


Ele acharia carne, alguns tipos de frutas e poderia comer alguns tipos de mato caso houvesse necessidade.



Fonte:
http://tudosobrecachorros.com.br/2012/02/alimentos-toxicos-para-caes.html#ixzz2keLxhbSv

11 de jul. de 2013

CONAMA aprova Resolução que permite a posse, pela população, de animais silvestres de origem ilegal.

O Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) aprovou em sua última reunião, realizada no dia 22 de maio, uma Resolução que regulamenta a posse de animais silvestres que tenham sido apreendidos pelos órgãos de controle e fiscalização ambiental. De acordo com o documento – que nos próximos dias deverá ser publicado no Diário Oficial, após a análise final do MMA – o cidadão que tiver animais de origem ilegal (oriundos do tráfico) poderão permanecer com eles após receberem, por parte do órgão fiscalizador, um Termo de Guarda de Animal Silvestre (TGAS) ou um Termo de Depósito de Animal Silvestre (TDAS). O mesmo se aplica a quem decidir, voluntariamente, procurar a fiscalização ambiental para “regularizar” a sua situação.
A mesma Resolução impõe algumas restrições. Não será permitida a emissão de TGAS e TDAS para espécies em risco de extinção e ainda limita a posse a dois animais por pessoa. Aqui caberia uma longa e profunda discussão acerca dessa Resolução. A mesma permite espaço para debates sobre a legalidade, validade e até mesmo sobre a ética dessa iniciativa.
Porém, o fato mais importante dessa questão transcende tudo isso. Essa resolução do CONAMA é um sinal claro da ineficiência do Brasil para gerir sua fauna silvestre. Independente dos argumentos contra e a favor dessa norma – e são muitos – o fato é que existe algo de muito errado em nossa política nacional de fauna.
A principal alegação para a criação dessa Resolução, está no fato de que os órgãos de fiscalização ambiental não dispõem mais de espaço ou recursos para abrigar o imenso número de animais apreendidos do comércio ilegal. Os Centros de Triagem (CETAS) do IBAMA e das demais instituições ambientais estão lotados e enfrentam, em sua maioria, graves problemas de manutenção. Também alegam os gestores públicos que se deve fazer uma distinção entre quem possui um pequeno número de animais ilegais do grande traficante da fauna silvestre.
Os que são contra essa medida alegam que “legalizar” um animal de origem ilícita seria estimular o tráfico. Seria uma forma de “premiar” quem cometeu um crime ambiental. Numa visão objetiva: se fosse um carro roubado, ao invés de um animal, o DETRAN teria a opção de deixar o produto do roubo em posse do meliante, alegando que seus depósitos estão lotados. Ou melhor, o ladrão de carros poderia, seguindo a lógica da resolução, ficar com até dois veículos oriundos do seu ato criminal.
A Resolução do CONAMA não exclui as sanções civis e criminais do ato. Mesmo permanecendo em posse do infrator, o mesmo responderá por seu delito ambiental. Em resumo, será multado e poderá ser condenado. Pela atual legislação ambiental, isso significa que a multa nunca será paga e em nada prejudicará sua vida financeira e, em caso de condenação, ele será obrigado a gastar uns poucos reais com a compra de algumas cestas básicas para serem doadas a alguma instituição de caridade.
Como dito anteriormente, essa Resolução é apenas um sintoma de uma grave doença que se alastra em nosso país. Falta-nos uma política ambiental séria e eficiente. Tratamos apenas dos sintomas e nos esquecemos de buscar e tratar a causa. Ameniza-se o desconforto com soluções paliativas e de pouco resultado prático. No caso do tráfico de animais silvestres, qualquer coisa que se faça após um animal ter sido retirado da natureza se enquadra nesse prognóstico.
É mais que sabido que os CETAS não são uma solução. No fim acabam se tornando apenas mais um depósito de bichos. A reintrodução da fauna apreendida ainda é uma grande utopia. É um processo caro e, na maioria das vezes, se pode aplicar a algumas poucas espécies. E no fim, trata-se apenas de repetir a prática de se enxugar gelo. Retiram-se milhões de espécies da natureza e devolve-se meia dúzia. Uma conta simples que qualquer contador definiria como prejuízo total.
O fato é que precisamos de ferramentas mais eficazes para tratar essa questão. Conscientização ambiental é a mais poderosa delas. A sociedade brasileira precisa estar ciente de que não pode – e não deve – sob nenhum argumento, comprar um animal de origem ilegal. Ela precisa ser informada dos riscos, como a transmissão de doenças para a sua família, e sobre os impactos destrutivos que essa atividade ilegal causa ao meio ambiente. Uma legislação objetiva e que possua uma aplicabilidade real também se faz necessária. Não podemos mais dispor de instrumentos legais fracos e “para inglês ver”. Não podemos mais fechar os olhos para uma realidade gritante: estamos perdendo a guerra na conservação dos nossos recursos naturais.
Para ler a Resolução do CONAMA, CLIQUE AQUI.

Texto retirado do site do Estadão: http://blogs.estadao.com.br/dener-giovanini

Proibido corte de orelha e rabo de cães.

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) determinou por meio da Resolução nº 1027, de 18 de junho de 2013, a proibição da prática de caudectomia – amputação ou corte da cauda de caninos para fins estéticos. O dispositivo modifica a Resolução nº 877, de 15 de fevereiro de 2008, que continha em seu texto apenas uma recomendação do CFMV para que a cirurgia não fosse feita. 
 
Raças como Cocker Spaniel, Pinsher, Poodle, além de Pitbull, Rottweiller e Doberman são alvos comuns do procedimento que são corriqueiramente justificados como para “embelezar” o animal. De acordo com o Presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda, o Conselho priva pelo bem-estar do animal.”Queremos coibir a caudectomia e conscientizar o Médico-Veterinário a não recomenda-la, já que amputar parte de um animal por motivo torpe é inadmissível”. Arruda acrescenta que toda a população pode procurar o Conselho Regional de Medicina Veterinária(CRMV) de seu Estado para denunciar a prática.
 
Desde 2008, o CFMV proíbe a cordectomia (cirurgia que retira as cordas vocais dos animais), a conchectomia (para levantar as orelhas) e a onicectomia ( extração das unhas de gatos). 
 
O Médico- Veterinário que infringir as normas determinadas pelo CFMV estará sujeito a processo ético-profissional.