2 de jan. de 2014

Big Cat - você sabe o que é?


Muito tem se falado sobre o índice Big Cat, um indicador de progresso dos países baseado na população de gatos nas residências. Pesquisadores constataram que quanto maior o número de casas com felinos numa região, maior o seu desenvolvimento, daí a criação do índice.
Nos últimos anos, o número de gatos nos lares brasileiros tem crescido muito. Em países como Estados Unidos, França e Alemanha, a população de gatos já é maior que a de cães. Segundo a Abinpet – Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, em dez anos isso será uma realidade também no Brasil.
Considera-se para isso o fato de os gatos se adaptarem melhor a pequenos espaços e a períodos maiores do dia sem o dono. São animais mais independentes que outros animais domésticos, como os cães. Essa característica é conhecida mesmo por quem nunca teve gatos. Mas, para quem pensa em ter um gato ou é dono de primeira viagem, atenção: gatos precisam de muitos cuidados.
A alimentação deve ser adequada à idade, à raça e a características individuais. É preciso cuidados não só com qualidade, mas também com a quantidade. São necessárias visitas periódicas ao veterinário, vacinação, vermifugação e preventivo para pulgas.
Outro cuidado importante é o estímulo para a prática de atividade física. Ela é essencial para uma vida saudável. O desafio aqui é não deixar que o gato se acomode à rotina de comer e dormir. A prevenção da obesidade melhora muito a qualidade de vida dos animais e diminui a incidência de suas consequências como diabetes, lipidose hepática, hipertensão, problemas articulares, doenças do trato urinário, problemas dermatológicos e constipação, entre outros. Mudanças simples como distanciar o pote de água, de comida, a cama e a caixa de areia uns dos outros, forçando pequenas caminhadas são bastante eficazes. Espalhar brinquedos pela casa e arranhadores com a erva conhecida como catnip (uma erva estimulante para gatos) também estimula o felino a se mexer. Brinquedos modernos com feixes de luz ou de laser que emitem sons distraem os gatos por bastante tempo.
 Os gatos são adoráveis, misteriosos, afetuosos e independentes. Porém, não são autossuficientes. Como outros animais de estimação, precisam de cuidados e carinho para uma vida saudável e feliz ao nosso lado.

Fonte: ÉPOCA

30 de dez. de 2013

Cuidados com Fogos de Artifício

Os fogos são responsáveis por acidentes dos mais variados tipos, principalmente com cães.

Natal, Ano Novo, Copa do Mundo, finais de campeonatos de futebol são ocasiões em que mais animais se perdem de seus donos.

Os animais se assustam facilmente com o barulhos dos fogos e rojões. O pânico desorienta o animal, que tende a correr desesperado e sem destino. Muitos animais podem sofrer paradas cardiorrespiratórias, convulsões e ter diversos problemas que podem os levar à morte.
  
Para evitar tudo isso, garanta condições mínimas de segurança e evite ambientes conturbados e barulhentos. Tranqüilize seu bichinho, transmitindo a sensação de que tudo está bem e sob controle.

Lembre-se que, se o seu bichinho conseguir fugir, por desespero, ele irá correr por vários e vários quilômetros. É MUITO IMPORTANTE deixar o animal com uma coleira com um telefone de contato. Se alguém conseguir resgatar seu bichinho, você poderá ser contatado. Utilize uma plaqueta de metal ou de plástico, com uma escrita que não saia se molhar. Etiquetas de papel escritas à caneta além de rasgar com facilidade ficam ilegíveis quando molhadas.
   


Os Perigos e Principais Consequências dos Fogos

  • Fugas, perdidos eles podem ser atropelados ou mesmo provocar acidentes.
  • Mortes, enforcando-se na própria coleira quando não conseguem rompê-la para fugir, ou mesmo ao tentarem passar por vãos pequenos. atirando-se de janelas, atravessando portas de vidro, batendo a cabeça contra paredes ou grades.
  • Ferimentos, quando atingido ou quando abocanham rojão achando que é algum objeto para brincar.
  • Traumas Emocionais, resultando na mudanças de temperamento para agressividade.
  • Ataques contra os próprios donos e outras pessoas.
  • Brigas com outros animais com os quais convivem inclusive.
  • Mutilações, no desespero de fugir atravessando grades e portões.
  • Convulsões (ataques epileptiformes).
  • Morte e alteração do ciclo reprodutor dos animais da fauna silvestre.
  • Afogamento em piscinas.
  • Quedas de andares e alturas superiores.
  • Aprisionamento indesejado em lugares de difícil acesso na tentativa de se protegerem.


Paradas cardiorrespiratórias etc..



Recomendações:

Acomode os animais dentro de casa, em lugar onde possam se sentir em segurança, com iluminação suave e se possível um radio ligado com música.

Fechar portas e janelas para evitar fugas e acidentes fatais.

Para abafar o som, coloque cobertores pesados ou mesmo um colchão tampando a janela. Pode forrar o chão com cobertor e cobrir o bichinho com um edredom.

Forneça alimentos leves, pois distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo).

O uso de tampões de algodão nos ouvidos são uma boa opção. Podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos.


Observações Cães
  • Não deixe muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, brigam até a morte. Tente deixá-los em quartos separados.
  • Antes da queima de fogos, leve seu animal para perto da tv ou de um aparelho de som e aumente aos poucos o volume de tal forma que ele se distraia e se acostume com um som alto. Assim não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos.


Observações Gatos
  • Escolha um quarto da casa que tenha uma cama e um armário e prepare para ser o quarto dos gatos no révellion. Feche os gatos neste quarto a partir dos primeiros rojões e deixe-os lá. Deixá-los soltos aumenta o medo, a correria e o desespero, e eles acabam se enfiando em lugares como embaixo da máquina de lavar e da geladeira;
  • Para quem mora em casa, com gatos que tem acesso à rua, recolha os gatos antes do pôr-do-sol e feche-os da mesma maneira. Na rua é mais perigoso, pois, quando se assustarem, podem se perder. Além disso, podem ser alvo de maus-tratos.
  • Forme toquinhas para o gato se esconder, pode ser colocando cobertores ou edredon dentro dos armários, embaixo e em cima da cama
  • Água, comida e caixinha de areia devem ficar distribuídos estrategicamente pelo quarto, sempre encostados na parede, para que não sejam derrubados.
  • Retire qualquer coisa que possa ser derrubada, quebrada ou derramada.


Observações Aves
  • Cubra as gaiolas dos pássaros.
  • Coloque em ambiente tranquilo e fresco.


23 de dez. de 2013

Atenção: um pet não é um brinquedo! Cuidado na hora de presentear!!!

Um animal de estimação (seja ele um cão, gato, tartaruga ou papagaio) necessita de cuidados, portanto, será preciso cuidar dele com amor e responsabilidade enquanto ele viver.
É preciso pensar nos custos que terão para adquirir e manter o animal, e é necessário debater se o novo integrante da família terá qualidade de vida ao conviver com a criança, que terá de desenvolver um senso de responsabilidade para cuidar do bichinho.
Faz-se importante avaliar o espaço onde o bicho de estimação vai ficar, quem vai cuidar das suas necessidades fisiológicas e também pensar a longo prazo, quando o pet crescer, principalmente se for um animal silvestre.
Adquirir um bichinho estimula o senso de responsabilidade nas crianças, com melhorias psicológicas, além de contribuir para aumentar a resistência imunológica e reduzir o estresse.
No entanto não esquecer que ANIMAL NÃO É BRINQUEDO, É UMA VIDA, portanto, deve ser respeitado e protegido por seus proprietários.
Ter um gato pode ser mais econômico e menos trabalhoso do que ter um cão. No entanto, os cuidados são os mesmos.
Cristina Facchini, 45 anos, proprietária do Gatil Ágata, em Juquitiba, interior de São Paulo, estima um gasto médio anual de R$ 1.000 com um gato na fase adulta. No valor está embutido custos com ração, um banho por mês em pet shop, compra de areia sanitária e aplicação de vacinas.

Fonte: Equalis

19 de dez. de 2013

Passaporte para cães e gatos


    A quantidade de passageiros que viaja com animais domésticos aumenta a cada ano. Por esse motivo, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou um modelo de passaporte para o trânsito de cães e gatos que facilitará a entrada e a saída dos pets no Brasil. A Instrução Normativa com os requisitos e procedimentos para concessão, emissão, validade e legalização do documento foi publicada nesta quarta-feira, 20 de novembro, no Diário Oficial da União.
  Uma estimativa feita pelo Mapa aponta que, anualmente, o trânsito internacional de cães e gatos corresponde a 0,1% do trânsito internacional de passageiros, cujos principais destinos são os Estados Unidos (53%), países da União Européia (16%) e do Mercosul (14%). No caso de animais que vêm de fora, 43% procedem dos EUA, 22% da UE e 15% de países do Mercosul.

    Para facilitar o transporte de seus bichinhos de estimação, o passageiro poderá solicitar o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos nas Unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) localizadas em portos, aeroportos, postos de fronteira e aduanas especiais. O documento será feito e fornecido gratuitamente pelo Ministério da Agricultura. Para obtê-lo, além de apresentar um atestado de saúde e a carteira de vacinação, o cão, ou o gato, deve ter implantado em seu corpo um dispositivo de identificação eletrônica (microchip), método que já é utilizado e exigido pelos países da União Européia. O microchip funciona como uma carteira de identidade, cujos dados são acessados por meio de uma máquina de leitura digital, devendo o código, a data de aplicação e a localização do microchip ser informados também no passaporte do pet.
    Antes do embarque, o dono do animal deverá solicitar a um Médico Veterinário que registre as informações sanitárias no documento, como dados de vacinação, tratamentos, exames laboratoriais e análises exigidas pelo país de destino. Para legalização das informações, o passageiro deve levar o documento a uma Unidade do Vigiagro.
    Não são todos os países que aceitam o método de identificação. Nesse caso, poderá ser necessária a emissão do Certificado Veterinário Internacional pelas Unidades do Mapa. O dono do cão ou gato também pode optar pelo certificado convencional caso não queria aderir ao passaporte, porém o processo é mais demorado. Por esse método, utilizado atualmente, são exigidos no mínimo três documentos para autorizar o trânsito dos pets.
    O Mapa entrega o passaporte em 30 dias, desde que o passageiro tenha fornecido toda a documentação exigida. O documento é individual e intransferível, com validade por toda a vida do animal. A medida entra em vigor 90 dias após a sua publicação.

Fonte: CFMV com informações da Assessoria de Comunicação do MAPA.

16 de dez. de 2013

Você sabia que ter um animal de estimação faz bem?

     
   VOCÊ SABIA? Ter um animal de estimação, em comparação com não ter nenhum, melhora diversos aspectos do bem estar físico e mental do dono, como a sua condição física e a auto estima.
   Os animais domésticos proporcionam apoio social e emocional às pessoas, revelou uma pesquisa da Associação Psicológica dos Estados Unidos. Segundo o estudo liderado por Allen McConnel, da Universidade de Miami, publicado no site do Journal of Personality and Social Psychology, pessoas que possuem animais de estimação “têm mais qualidade de vida e conseguem resolver melhor diferenças individuais que as que não têm animal de estimação”.
   O estudo indicou que donos de cachorros, gatos e outros bichos de estimação mantêm uma relação tão estreita com as pessoas próximas como a que têm com seus animais. “Especificamente os donos de mascotes têm mais autoestima e estão em melhores condições físicas, além disso, tendem a ser menos solitários, são mais conscientes do que ocorre a sua volta, são mais extrovertidos, tendem a ser menos receosos e menos preocupados”, afirmou o pesquisador.
   Para realizar o artigo, os pesquisadores questionaram 217 pessoas — na maioria (79%), mulheres com idade média de 31 anos. “Os estudos revelam provas consideráveis de que os animais de estimação beneficiam a vida de seus donos tanto no âmbito psicológico como no físico, já que representam uma importante fonte de apoio social”, concluiu.






Fonte: Veja

12 de dez. de 2013

Estudo sobre o movimento do rabo dos cães

     

        Cientistas italianos realizaram um estudo que dá novas pistas sobre como o movimento do rabo dos cachorros pode ser um indicativo do que o animal está sentindo no momento
.
     Pesquisas anteriores tinham revelado que, quando estão felizes, os cachorros abanam mais o rabo para a direita, enquanto cachorros nervosos balançam o rabo mais para a esquerda.
     Agora, os cientistas sugerem que outros cães percebem e respondem a essas sutis diferenças.
     Pesquisadores dizem que essa nova descoberta pode ajudar donos, veterinários e treinadores a ter uma compreensão melhor das emoções dos animais.
Movendo o rabo
Os pesquisadores, da Universidade de Trento, testaram a reação dos cães colocando-os diante de um monitor que exibia imagens de outros cachorros.
No estudo, publicado na revista científica Current Biology, eles monitoraram os batimentos cardíacos e o comportamento dos animais.
Os cientistas observaram que os cachorros, ao verem cães sem expressão facial que balançavam o rabo para a direita, mantiveram-se relaxados.
No entanto, ao se depararem com um cão que abanava seu rabo para a esquerda, os cães imediatamente ficavam ansiosos e seus batimentos cardíacos aceleravam.
O professor Georgio Vallortigara, neurocientista da Universidade de Trento, acredita que os cães aprendem a identificar como os movimentos de rabos de outros cachorros podem ser ou não fonte de preocupação para eles, e que sua reação está mais ligada a isso do que a uma possível tentativa de comunicação entre os animais.
O especialista britânico em comportamento canino John Bradshaw também cita um outro estudo, da Universidade de Lincoln, na que aponta que cachorros pendem a cabeça para a esquerda quando olham para um cachorro agressivo, e para a direita quando veem um cachorro feliz.
Para ele, o próximo passo é realizar um estudo em que cachorros reagem à ação de cachorros reais e não a imagens de outros cães, como no caso do estudo italiano e de uma outra pesquisa em que os animais foram postos diante de cachorros-robôs.

Fonte: Folha de S. Paulo / Equalis

9 de dez. de 2013

Comfortis® - Chegou a revolução em antipulgas.

1 tablete mastigável e 30 dias sem pulgas.


     O princípio ativo, o spinosad, foi extensamente testado para garantir segurança e eficácia. Prova disso é que Comfortis® é o primeiro tablete mastigável aprovado pelo rigoroso controle do FDA (Food and Drug Administration), órgão regulador dos Estados Unidos. Comfortis® proporciona uma ação rápida e prolongada, começa a matar pulgas em 30 minutos, atinge 100% de eficácia em 4 horas e sua duração é de 30 dias.

  • Comfortis® não sai na água ou na escovação.
  • Comfortis® é administrado oralmente, então não interfere com outros tratamentos dermatológicos.
     Cães com sinais de Dermatite Alérgica a Picada de Pulgas (DAPP) demonstraram3 uma melhora clínica no eritema, pápulas, descamação, alopecia, dermatite, piodermite e prurido, como um resultado direto da eliminação das pulgas com o uso de Comfortis®.

Comfortis® é indicado para donos de cães que:

Acreditam que os métodos de controle de pulgas não funcionam mais
Comfortis® traz um modo de ação inédito através de seu princípio ativo, o spinosad. Sua eficácia se dá pela ligação nos sítios nervosos do inseto, levando-o a paralisia e morte em poucos minutos.
Tentam controlar o ambiente, mas enfrentam dificuldades
Para ambientes com problemas severos de infestações,
• Comfortis® é altamente recomendado.
• Comfortis® mata pulgas adultas, antes que elas coloquem ovos. O tratamento mensal quebra o ciclo de vida do inseto, garantindo um ambiente controlado.  
Querem evitar a sujeira e inconveniência de outros métodos para controle de pulgas
• Comfortis® é um tablete mastigável sabor carne. Não faz sujeira ou deixa manchas no tapete, móveis ou roupas.
• 90% dos cães aceitam Comfortis® espontaneamente ou quando oferecido com o alimento.
Tem crianças ou outros animais de estimação em casa
• Quando os cães usam Comfortis®, não há risco de passar o produto através do contato com outros animais.
• Usando Comfortis®, os membros da família podem interagir com o animal de estimação imediatamente após a administração, ou seja, não há razão em isolar seu cão das crianças.